Alguns amigos me pediram a tabela com os valores, a classificação e a referência bibliográfica. Espero que ajude a todos. Abraços!!!
Criado para discussões nas áreas de Fisiologia do Exercício, Treinamento de Força, Periodização e Avaliação Funcional.
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domingo, 15 de abril de 2012
Classificação do IMC
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sábado, 7 de abril de 2012
Protocolo para Avaliação do % Gordura em Obesos
Segue abaixo o Protocolo de Weltman et. al. (1988) para homens e mulheres obesas. A equação é desenvolvida através da medida da circunferência, altura (cm) e massa (Kg).
% G Homens = [0,31457 (CAB)] – [0,10969 (M)] + 10,8336 (EPE=0,0057 / r = 0,894)
% G Mulheres = [0,11077 (CAB)] - [0,17666 (ALT)] - [0,14354 (M)] + 51,03301 (EPE=
±2.9% / r = 0,76)
CAB = Média de duas medidas da circunferência do Abdômen
M = Massa em Kg
ALT = Altura em centímtros
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terça-feira, 3 de abril de 2012
Validade de Equações Antropométricas para Estimar a Massa Muscular em Idosos.
Autores: Cassiano Ricardo Rech, Rodolfo André Dellagrana, Maria de Fátima Nunes Marucci, Edio Luiz Petroski
Resumo
O presente estudo objetivou validar equações preditivas para estimar a quantidade de massa muscular esquelética (MME) em idosos. A absorciometria radiológica de dupla energia (DXA) foi adotada como referência, e utilizada para estimar a MME apendicular, cujos valores foram comparados àqueles, obtidos por equações preditivas, que utilizam dados antropométricos, idade, etnia e sexo. A concordância entre os métodos foi verificada pelo teste t pareado, pelo coeficiente de correlação de Pearson e pela medida de dispersão dos erros, enquanto a comparação da prevalência de sarcopenia foi analisada pelo coeficiente de Kappa, pela sensibilidade e especificidade. Foram mensurados 180 idosos (120 mulheres e 60 homens), com idade entre 60 e 81 anos. A quantidade de MME, estimada pela equação preditiva de Lee et al., não diferiu daquela obtida pela DXA (p>0,05), e apresentou elevada correlação, tanto em homens (r=0,90; p<0,001), quanto em mulheres (r=0,86; p<0,001), com significância estatística. A prevalência de sarcopenia, também, não diferiu entre os métodos (DXA=33,3% e equação=36,1%) e apresentou elevados valores de concordância (k=0,74; p<0,001), bem como de especificidade (89%) e de sensibilidade (86%). Conclui-se que a equações preditivas, em particular a de Lee et al., são válidas para estimar a quantidade de MME e a prevalência de sarcopenia, em idosos.
Palavras-chave: Antropometria; Idosos; Massa muscular; Sarcopenia.
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sábado, 28 de maio de 2011
O que esperar de uma Avaliação de VO2?
Caros amigos, alunos e colegas, estou aqui prestes a realizar mais uma avaliação funcional, para sermos mais específicos, uma avaliação de predição de consumo máximo de oxigênio, ou avaliação de predição de VO2máx. Temos que nos atentar que o VO2 é um trabalho conjunto de três grandes sistemas, são eles o Cardiorrespiratório, Circulatório e Metabólico. Quando vamos avaliar devemos ter em mente qual protocolo iremos usar, muitos profissionais preferem protocolos máximos de esforço, na esperança que este método lhe dirá, em números, qual é a capacidade aeróbica, mais fiel, do avaliado. Porem temos que tomar cuidado pois protocolos máximos só devem ser realizados em ambientes controlados, com equipamentos de suporte a vida e de preferência por um médico. Por isso devemos realizar protocolos submáximos. Para aqueles que questionam o que é máximo ou submáximo devemos ter em mente que máximo é de 90 - 100% FC, VO2 etc, e submáximo é abaixo deste valor, geralmente adotamos 85% FC reserva, pois nesta intensidade de esforço já conseguimos reunir parametros inmportantes para o cálculo do VO2 de forma adequada, mais isto não é o assunto da vez e sim "o que esperar de uma avaliação de VO2?". Quando avaliamos nosso aluno esperamos que obtenha um VO2 "excelente", "médio", "abaixo da média" ou "ruim" e esquecemos de observar outros parametros fisiológicos que nós dá uma boa noção de como está este aluno, como a resposta da Frequência Cardíaca (FC), da Pressão Arterial (PA) e a Fadiga Muscular (FM) também usados como parametros para a interrupção do teste. Bem quando um aluno faz um teste submáximo estabelecemos uma frequência máxima limite para o teste, um fator de segurança, no caso do meu avaliado vou utilizar o teste de corrida em esteria do American College Sports of Medicine (2006) que estima o VO2 máximo através de equação de regressão (assunto para outro post) pois bem vamos imaginar que este aluno faça o teste e que ele ultrapasse o limite da FC máx preconizada para o teste e a PA não corresponda ao esforço exigido ou ultrapasse o valor preconizado, então temos o seguinte parametro de informação: ele até teria capacidade muscular para suportar o esforço mais, não teve capacidade hemodinâmica e respiratória para suportar o esforço. Reparem que com essa informação já começamos a ter dados para nos orientar a prescrição do exercício. Vamos pensar agora que o esforço do nosso aluno foi dentro dos padrões hemdinâmicos estabelecidos para o teste, ou seja, a FC e a PA estão adequadas em relação ao esforço do teste mais, ele não consegue executar o teste porque entrou em fadiga muscular (FM). O processamento energético no músculo esqueletico foi inadequado, ou seja, do ponto de vista Cardiorrespiratório ele está adequado o problema é a nível muscular. Observem quantos detalhes foram obtidos até agora e nem chegamos ao valor do VO2 do nosso aluno. Quando obtivermos o valor máximo de VO2, 100% VO2, devemos correlaciona-lo com valores em %FC pois este é um melhor parametro para controle do exercício. Portanto podemos observar que o teste de VO2 além quantificar a capacidade máxima aeróbica do nosso aluno seja em L/min ou ml/Kg/min, ele nos fornece informações sobre os sistemas Cardiorrespiratório e Metabólico de nosso aluno.
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sábado, 14 de maio de 2011
Classificação do Percentual de Gordura Corpoal
Caros amigos, colegas e alunos, essas tabelas de classificação do %GC fazem parte do meu material de aula de Avaliação Funcional, do Curso de Pós-graduação em Fisiologia do Exercício. As duas primeiras e a última mostram a classificação o %GC em homens, mulheres e crianças. A terceira classifica o sobrepeso e obesidade em relação ao %GC. Bom estudo, abraços!!!
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sábado, 5 de março de 2011
Classificação da Pressão Arterial
Caros amigos ai estão duas classificações para a pressão arterial. Uma delas é da Sociedade Brasileira de Cardiologia (2010) e outra do The Seventh Report of the Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure (2004) do U.S. Department of Health and Humans Services. Esta última será atualizada este ano.
Referência: 7JNC, 2004. |
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